O poeta é um cirurgião, realiza transplantes. Ele abre a vida, retira um elemento vivo, pulsante e implanta no corpo do poema. O poema é um Frankenstein.
Um comentário:
Anônimo
disse...
Muito boa, as palavras são simples, de fácil compreensão. Gostei.
Um comentário:
Muito boa, as palavras são simples, de fácil compreensão. Gostei.
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